Nasci uma criança normal como qualquer outra. Por uma fatalidade sabe se lá porque fui obrigada a viver um único dia sem a certeza de acordar no dia seguinte. Parece triste? Seria não fosse a forma como fui ensinada a enfrentar. Aprendi a viver um único dia de forma intensa extraindo desse único dia tudo, extremamente tudo que esse dia podia oferecer. Assim minha vida mesmo depois da cura tornou-se intensa e posso dizer sem medo de errar que minha vida é composta de urgências! Não fui ensinada a ser sentimental ou demonstrar fraquezas. Apenas a conviver com a dor e sem medo. Minha sensibilidade era minha e era guardada a sete chaves. E talvez por isso vivi mais que podia.
Fiz algumas escolhas erradas e paguei caro por elas. Perdi a noção de quem eu era e ao olhar ao meu redor me deparei com pessoas normais que sentiam, sofriam e se vitimizavam. Achei fabuloso e fascinante ser normal! Ouvi que esse era o comportamento esperado de uma mulher. Frágil e emocional, tal qual as mulheres de Atenas! Eu então feliz decidi ser uma mulher de Atenas. Estar dentro do grupo chamado normal.
Porém eu não sabia me vitimizar, não sabia lidar com emoções e eu sofri muito! Juro que me esforcei e expus verdadeiramente minha vida, meu íntimo e ingenuidade minha:acreditei que as pessoas que de mim se aproximaram queriam me ver bem.
Foi aí que mais me assustei! Eram como vampiros que se compraziam da dor e se alimentavam do sofrimento alheio.
Me isolei! Me tranquei em mim mesma e fui obrigada a me enfrentar com a mesma urgência e intensidade com que vivi a vida toda.
Foi o processo mais doloroso que já passei. Ser obrigada a refazer os passos e descobrir onde exatamente me perdi.Ter de encarar e aceitar os erros e aprender com eles.
Mas eu tive essa coragem e consegui me trazer de volta! A redescoberta demim mesma foi extasiante! Ser racional não é vergonha e assumir quem e o que eu sou foi maravilhoso!
É, sou forte e sei lidar com situações difíceis e extremas! Respondo bem sob pressão e não, não nasci pra ser vítima. Nasci pra lutar e viver, pra ser feliz!
Hoje me orgulho de mim e definitivamente não sou um modelo de mulher comum, não nasci pra ser uma mulher de Atenas.
Nasci guerreira, nasci pra lutar! Nasci pra ser uma mulher de verdade, verdadeiramente uma mulher espartana!
Esse é o meu cantinho! Exponho aqui um pouco de mim, do que penso e como penso! Seja bem vindo para compartilhar, sinta-se a vontade! E desde já obrigada pela visita!
domingo, 25 de maio de 2014
segunda-feira, 12 de maio de 2014
Escolhas. ..
Te ofereço o mundo que possuo para que descubras a razão do meu viver!
Bom, ao desvendarmos nossas fantasias e desejos é natural que queiramos vivenciar e torna-las realidade. Nesse desejo desenfreado acabamos agindo sem pensar e em algumas vezes semeamos mágoas e frustrações para nós e para quem nos rodeia.
Devemos ter bom senso e principalmente educação para adentrar a qualquer ambiente, mundo ou tribo.Devemos levar em consideração que não fazemos ao outro o que não queremos que façam conosco!
Eu explico e exemplifico:
Eu entro na sua casa sem o seu convite, abro sua geladeira e bebo e como sua comida e bebida. Vou ao seu banheiro uso seus pertences e chuveiro, toalhas e ao terminar deixo tudo jogado. Depois deitoum pouco em sua cama e após um cochilo me sento em frente mudo toda a programação da sua TV. Como vc se vsentiria?
No mínimo você iria ter uma síncope! Mas agora imagine como seria diferente se eu batesse na sua porta e esperasse voce me convidar a entrar, a beber e comer, a tomar um banho e até relaxar um pouco na sua cama para depois assistirmos juntos um bom filme. Percebe a diferença?
Tudo é apenas uma questão de escolha e atitude! Se buscamos ser aceitos e bem quistos devemos agir com coerência!
Somos infinitamente responsáveis pelos nossos atos e certamente sofreremos as consequências dosmesmos. Assim aprendamos que algumas regras podem não estar escritas em lugar algum mas, convencionam uma forma de manter a harmonia e a boa convivência! Seguir essas regras são opção de uma escolha que podemos ou não fazer! Porém não reclamemos quando ao romper com essa convenção que não somos bem vistos. Tudo é apenas uma forma de escolha! Simples assim!
Bom, ao desvendarmos nossas fantasias e desejos é natural que queiramos vivenciar e torna-las realidade. Nesse desejo desenfreado acabamos agindo sem pensar e em algumas vezes semeamos mágoas e frustrações para nós e para quem nos rodeia.
Devemos ter bom senso e principalmente educação para adentrar a qualquer ambiente, mundo ou tribo.Devemos levar em consideração que não fazemos ao outro o que não queremos que façam conosco!
Eu explico e exemplifico:
Eu entro na sua casa sem o seu convite, abro sua geladeira e bebo e como sua comida e bebida. Vou ao seu banheiro uso seus pertences e chuveiro, toalhas e ao terminar deixo tudo jogado. Depois deitoum pouco em sua cama e após um cochilo me sento em frente mudo toda a programação da sua TV. Como vc se vsentiria?
No mínimo você iria ter uma síncope! Mas agora imagine como seria diferente se eu batesse na sua porta e esperasse voce me convidar a entrar, a beber e comer, a tomar um banho e até relaxar um pouco na sua cama para depois assistirmos juntos um bom filme. Percebe a diferença?
Tudo é apenas uma questão de escolha e atitude! Se buscamos ser aceitos e bem quistos devemos agir com coerência!
Somos infinitamente responsáveis pelos nossos atos e certamente sofreremos as consequências dosmesmos. Assim aprendamos que algumas regras podem não estar escritas em lugar algum mas, convencionam uma forma de manter a harmonia e a boa convivência! Seguir essas regras são opção de uma escolha que podemos ou não fazer! Porém não reclamemos quando ao romper com essa convenção que não somos bem vistos. Tudo é apenas uma forma de escolha! Simples assim!
domingo, 11 de maio de 2014
Pegada. ..
Sempre tive muito respeito e realmente busquei a coerência de pensamentos e atitudes. Como nossas gerações passadas por vezes sinto saudades de bons momentos vividos e me ponho a recordar. Lembro da minha juventude em que pais, avós, tios e até mesmo vizinhos e amigos da família tentavam me orientar sobre a maneira que eu deveria viver. Lembro-me também da constante desconfiança e desconforto com que ouvia essas orientações e como todo jovem que acreditava que podia ir mais além, eu me rebelava e seguia pelo caminho que eu desejava seguir.
Quanta coisa eu vivi e passei! Quantos momentos bons e quantos momentos de dúvidas e aflições. Momentos esses que talvez até pudessem ter ocorrido de formamenos penosa para mim, se eu tivesse a consciência naquela época que ninguém queria me proibir de viver mas, apenas tentavam com os conselhos me proteger e me preservar das consequências que me cercariam por eu não ter experiência e maturidade suficiente!
Engraçado que hoje em dia sinto que tenho a responsabilidade de ser como a geração passada e compartilhando o que passei, tentar de alguma forma o mais inexperiente para evitar momentos que possam ser frustrantes ou mesmo traumáticos. Não quero de maneira alguma impor ou determinar caminhos mas, apenas mostrar que existem outras opções que devem ser refletidas antes de fazermos nossas escolhas!
Claro que é uma tentativa inegavelmente cansativa e até frustrante quando não nos dão ouvidos e dando os ombros nos chamam de velhos e nos acham ultrapassados.
É nessa hora que lembro que fui jovem e rebelde e que isso é quasr normal dentro das atitudes da geração.
Como saber que a estrada pode ser perigosa á noite, que não possui iluminação e sinalização e simplesmente calar? Por que não avisar e evitar um possível acidente? Acaso não é isso o certo? Porém depois de ficar na estrada, fazer alertas sem fim e ver que são descartados com desdém deixar um placa de cuidado e rezar para que o pior não aconteça é tudo que podemos esperar.
Esperar ser compreendido é uma utópica esperança pois somente depois de anos posso entender a atitude da geração anterior. E depois de tanto tentarem simplesmente foram viver as proprias vidas deixando que cada um fizesse e agisse de acordo com sua consciência, maa deixando a luz da varanda acesa para sinalizar que estariam ali para quem entrasse e quisesse conversar.
Egoísmo dizem alguns! Mas não se engane! É apenas cansaço e a constatação de que só podemos fazer alertas para quem deseja ouvir. No mais apenas deixamos uma pegada na areia marcando o caminho mostrando que um dia passamos por ali... pena que o vento apague e no tempo seguinte nada mais haja, nem uma pegada, nem um sinal que alguém passou por ali!
Quanta coisa eu vivi e passei! Quantos momentos bons e quantos momentos de dúvidas e aflições. Momentos esses que talvez até pudessem ter ocorrido de formamenos penosa para mim, se eu tivesse a consciência naquela época que ninguém queria me proibir de viver mas, apenas tentavam com os conselhos me proteger e me preservar das consequências que me cercariam por eu não ter experiência e maturidade suficiente!
Engraçado que hoje em dia sinto que tenho a responsabilidade de ser como a geração passada e compartilhando o que passei, tentar de alguma forma o mais inexperiente para evitar momentos que possam ser frustrantes ou mesmo traumáticos. Não quero de maneira alguma impor ou determinar caminhos mas, apenas mostrar que existem outras opções que devem ser refletidas antes de fazermos nossas escolhas!
Claro que é uma tentativa inegavelmente cansativa e até frustrante quando não nos dão ouvidos e dando os ombros nos chamam de velhos e nos acham ultrapassados.
É nessa hora que lembro que fui jovem e rebelde e que isso é quasr normal dentro das atitudes da geração.
Como saber que a estrada pode ser perigosa á noite, que não possui iluminação e sinalização e simplesmente calar? Por que não avisar e evitar um possível acidente? Acaso não é isso o certo? Porém depois de ficar na estrada, fazer alertas sem fim e ver que são descartados com desdém deixar um placa de cuidado e rezar para que o pior não aconteça é tudo que podemos esperar.
Esperar ser compreendido é uma utópica esperança pois somente depois de anos posso entender a atitude da geração anterior. E depois de tanto tentarem simplesmente foram viver as proprias vidas deixando que cada um fizesse e agisse de acordo com sua consciência, maa deixando a luz da varanda acesa para sinalizar que estariam ali para quem entrasse e quisesse conversar.
Egoísmo dizem alguns! Mas não se engane! É apenas cansaço e a constatação de que só podemos fazer alertas para quem deseja ouvir. No mais apenas deixamos uma pegada na areia marcando o caminho mostrando que um dia passamos por ali... pena que o vento apague e no tempo seguinte nada mais haja, nem uma pegada, nem um sinal que alguém passou por ali!
sábado, 10 de maio de 2014
Faça valer a pena!
Abrir a própria mente e buscar de forma clara e honesta as respostas para as dúvidas e questionamentos que nos assolam em momentos obscuros.
Quem nunca se perguntou se fez a escolha certa e se avaliou corretamente todas as opções que tinha?
Quem nunca se jogou na cama sentindo um imenso cansaço e teve uma crise de choro por se sentir impotente para agir?
Quem nunca quis que o tempo voltasse para mudar o que fez?
Ah! Quase beiro a loucura quando começo a pensar e divagar. Me sinto angustiada e triste imaginando que se eu pudesse faria outras escolhas
Mas o tempo que por vezes é carrasco também me ensina que é preciso ter serenidade e equilíbrio para racionalmente avaliar minhas opções e fazer a escolha certa.
E qual é a escolha certa? É aquela que me faz feliz! Sim! Feliz!
Porque sem riscos a vida não existe e praticamente não vale a pena. É preciso algumas vezes abrir a porta e correr pra rua. Sentir o vento e dançar na chuva.
Mas acima de tudo é preciso ter coragem para escolher ser feliz! Escolher viver a vida descobrindo e enfrentando a nós mesmos.
Cada passo que dou é consciente e coerente com as descobertas que fiz sobre eu mesma. Hoje sei o quanto posso ser forte mesmo me sentindo frágil! Sabe por quê? Porque eu me permito ser eu mesma. Não me furto ou me envergonho de ser eu. Assumir a mim diante de eu mesma foi minha maior vitória!
Abri a janela da minha alma e deixei a vida entrar! E posso dizer que valeu a pena!
Quem nunca se perguntou se fez a escolha certa e se avaliou corretamente todas as opções que tinha?
Quem nunca se jogou na cama sentindo um imenso cansaço e teve uma crise de choro por se sentir impotente para agir?
Quem nunca quis que o tempo voltasse para mudar o que fez?
Ah! Quase beiro a loucura quando começo a pensar e divagar. Me sinto angustiada e triste imaginando que se eu pudesse faria outras escolhas
Mas o tempo que por vezes é carrasco também me ensina que é preciso ter serenidade e equilíbrio para racionalmente avaliar minhas opções e fazer a escolha certa.
E qual é a escolha certa? É aquela que me faz feliz! Sim! Feliz!
Porque sem riscos a vida não existe e praticamente não vale a pena. É preciso algumas vezes abrir a porta e correr pra rua. Sentir o vento e dançar na chuva.
Mas acima de tudo é preciso ter coragem para escolher ser feliz! Escolher viver a vida descobrindo e enfrentando a nós mesmos.
Cada passo que dou é consciente e coerente com as descobertas que fiz sobre eu mesma. Hoje sei o quanto posso ser forte mesmo me sentindo frágil! Sabe por quê? Porque eu me permito ser eu mesma. Não me furto ou me envergonho de ser eu. Assumir a mim diante de eu mesma foi minha maior vitória!
Abri a janela da minha alma e deixei a vida entrar! E posso dizer que valeu a pena!
Minha casa. ..
Ainda hoje, depois de tanto tempo me vejo divagando em pensamentos recheados de medos, dúvidas e incertezas.
Se posso me considerar uma mulher madura e equilibrada, também admito que sou humana e assim passível de todos os mais diversos tipos de sentimentos!
Existem momentos em que eu tenho medo! Incertezas e dúvidas me assolam e me assustam.
Quero colo, um abraço, um afago!
Sei que muitos sentem assim e por isso abro a minha casa, meu cantinho pra quem quiser chegar!
Fica à vontade que a casa é nossa!
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