Sangrando é como me sinto algumas vezes. Dilacerante dor me excrucia e me entope de vazios vãos.
Nenhuma certeza senão a delirante solitude.
Sempre forte, resistente...
Perseverante..
Resiliente..
Quase insana nessa lucidez!
Absurda e silenciosa,
Observa apenas
a vida escoando
Inerte e ociosa!
Quantas navalhas. .
Quantas carnes cortadas
Quanto sangue jorrado!
No fim só o silencioso vazio. ..
Um que de nada por nada
Querendo dizer tudo!

Nenhum comentário:
Postar um comentário